T-Cross Seleção é a versão limitada da Volkswagen destinada a entrar em campo até o início da Copa do Mundo, com preço de R$ 129.990 e visual que remete às conquistas do futebol brasileiro.
A nova variante parte da versão Sense, voltada para frotistas, e mantém o motor 1.0 turbo flex acoplado a um câmbio automático de seis marchas, oferecendo combinação entre economia e desempenho urbano.
No lançamento, a montadora destacou itens exclusivos, entre eles os pneus Pirelli com tecnologia Seal Inside, além de grafismos externos e detalhes internos que fazem menção aos cinco mundiais, conforme informação divulgada pelo g1.
O que muda na versão Seleção
O T-Cross Seleção usa como base a versão Sense, mas incorpora elementos visuais emprestados de versões mais caras, para criar uma edição limitada com apelo temático.
Externamente, a pintura azul Norway é uma opção inédita para a base Sense, além das cores branco, preto e cinza, rodas de liga leve de 17 polegadas já conhecidas da Comfortline, maçanetas pretas e capas de retrovisor pretas.
Na tampa traseira, o nome Brasil aparece junto ao logo da Confederação Brasileira de Futebol, e na lateral há um adesivo com a palavra ‘seleção’ acompanhado de cinco estrelas, elementos que reforçam o caráter comemorativo.
Pneus Pirelli Seal Inside e outros detalhes práticos
Um dos diferenciais técnicos do T-Cross Seleção está nos pneus Pirelli com tecnologia Seal Inside, que evita o esvaziamento em caso de furo na banda de rodagem.
O sistema usa uma massa colada dentro do pneu que consegue preencher um eventual furo, o material abraça o objeto que causou o estrago e impede a perda de ar, funcionando com objetos de até 4 milímetros de diâmetro.
Equipamentos e acabamento interno
A lista de série é robusta para a faixa de preço, e traz itens como ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos, faróis e lanternas de LED, painel digital e central multimídia de 10,1 polegadas.
Há também freios a disco nas quatro rodas, volante com comandos, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, seis airbags e assistente de partida em rampa. No interior, os toques temáticos são discretos, com tapetes de costura azul e etiqueta amarela ‘seleção’, além de pedaleiras em alumínio vindas da versão Highline.
Desempenho, consumo e ficha técnica
O conjunto mecânico é formado por um motor 1.0 turbo flex com cifras que equilibram aceleração e economia para o uso diário.
Dados de desempenho e especificações informados pela fabricante incluem:
Motor: 1.0 turbo, quatro cilindros em linha, flex
Potência: 128 cavalos (etanol) / 116 cavalos (gasolina)
Torque: 20,4 kgfm (etanol e gasolina)
Tanque de combustível: 49 litros
Câmbio: Automático 6 marchas
Tração: Dianteira
Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira)
Direção: Elétrica
Freios: Discos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira)
Consumo gasolina: 12,1 km/l (cidade) e 14,5 km/l (estrada)
Consumo etanol: 8,5 km/l (cidade) e 10,2 km/l (estrada)
0 a 100 km/h: 10 segundos
Velocidade máxima: 192 km/h
Comprimento: 4,29 m
Largura: 1,76 m
Altura: 1,57 m
Entre-eixos: 2,65 m
Peso: 1.259 kg
Vale a pena para quem busca economia e estilo temático
O T-Cross Seleção se apresenta como opção para quem quer um SUV com apelo estético ligado ao futebol, sem abrir mão de um conjunto mecânico econômico, e com alguns itens de conforto e segurança de série.
Em comparação com o T-Cross 200 TSI, vendido por R$ 161.490 no portfólio da marca, a versão Seleção perde em equipamentos de tecnologia ativa, já que o 200 TSI traz, por exemplo, ACC e frenagem de emergência, mas custa consideravelmente mais.
Para quem busca um SUV com bom preço, rodas maiores e os pneus com Seal Inside, o T-Cross Seleção pode ser convocado para a garagem, mesmo que a maior parte das novidades seja estética, e a expectativa de conquistar o hexa fique por conta do dono do volante.